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Pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros são obesos

Criado em 25-04-2017
por Bruno Coelho Gomes

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Pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros são obesos

Pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros são obesos

Aprenda como melhorar sua alimentação e reverter o peso na balança

Estudo divulgado na revista científica Lancet, em 2014, apontou o Brasil como o quinto país no ranking de obesidade mundial, sendo 58% das mulheres e 52% dos homens afetados por esse mal. A média mundial também é alarmante: 38% das mulheres e 37% dos homens estão acima do peso ou são obesos. Ou seja, 2,1 bilhões de pessoas estão acima do peso, um salto considerável em relação à 1980, quando o número chegava a 875 milhões.

Dentre as razões deste aumento, destacam-se o sedentarismo e uma dieta de baixa qualidade, carente em frutas e legumes e rica em gorduras trans e saturada, neste último caso, devido ao aumento do consumo de comida industrializada e processada.

Nos Estados Unidos, o vencedor absoluto quando o assunto é obesidade e de quem estamos importando nossos novos hábitos alimentares, um terço da população é obesa. Com uma visão atenta a esta realidade, o President's Council on Fitness, Sports & Nutrition (PCFSN), organização que responde à secretaria de saúde dos EUA, faz uma observação importante: mesmo entre as pessoas que mantêm um peso saudável, uma dieta pobre está associada à grandes riscos para a saúde, podendo causar doença cardíaca, hipertensão, diabetes tipo 2, osteoporose e alguns tipos de câncer. Segundo a entidade “ao fazer escolhas alimentares inteligentes, você pode ajudar a proteger-se contra esses problemas de saúde”.

Juntando esforços no combate à obesidade, a partir de recomendações disponibilizadas online pelo PCFSN e pelo Ministério da Saúde do Brasil, compartilhamos com você algumas dicas simples e eficazes.

Para uma rotina alimentar saudável

  1. Faça três refeições (café da manhã, almoço e jantar) e dois lanches leves por dia. Não pule as refeições e não fique muito tempo sem comer - para evitar gastrite ou compensações exageradas na próxima refeição. Por fim, mastigue bem os alimentos para digerí-los com mais facilidade e tente diminuir o tamanho do prato para evitar excessos.
  2. Inclua cereais (arroz, milho, trigo, pães e massas), tubérculos (como as batatas) e raízes (como a mandioca) nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos em sua forma mais natural. Sempre com moderação, uma vez que a intenção não é ganhar peso, mas usufruir das propriedades nutritivas dos alimentos.
  3. Acrescente legumes e verduras como parte das refeições, e frutas nas sobremesas e lanches. Para quem sente falta de açúcar, as frutas são importantes aliadas. Elas podem ser preparadas assadas, como no caso da maçã e da banana, e acompanhadas por uma pitada de canela, que além de contribuir para o sabor, ajuda a diminuir os níveis de açúcar presente no sangue, reduzindo as chances de desenvolvimento de diabetes.
  4. Usufrua dos produtos nacionais, optando por feijão, grão-de-bico, ervilha seca e lentilha, que podem ser cozidos, adicionados à saladas frias ou transformados em deliciosos hambúrgueres veganos, já famosos pelo mundo. A fava também é uma leguminosa de ótima qualidade nutricional.
  5. Amplie! Precisa de proteína? Então saiba que não apenas carne pode te fornecer esse nutriente. Feijão, ervilha, ovos, nozes e sementes são considerados parte do grupo de alimentos ricos em proteína. O consumo de carne de porco, vaca e aves deve ser reduzido em uma dieta saudável, uma vez que a qualidade destes produtos vem sendo comprometida por conta dos processos de produção. Se possível, opte sempre por sua versão orgânica. Peixes e frutos do mar são recomendáveis.
  6. Reduza a não mais do que uma porção por dia o uso de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina. Fique atento aos rótulos dos alimentos e escolha aqueles com menores quantidades de gordura trans. Use azeite de oliva para temperar saladas, sem exagerar na quantidade - evite usá-lo para cozinhar, pois ele perde sua qualidade nutricional quando aquecido. Prepare os alimentos utilizando pouca quantidade de óleo. Ao invés de fritar, opte por assados, cozidos, ensopados e grelhados. Evite cozinhar com margarina, gordura vegetal ou manteiga. E lembre-se que, mesmo que você não resista ao cheiro e ao sabor do alho e da cebola fritando, quando no preparo do arroz, você pode substituir o óleo ou o azeite por água, e adicionar temperos naturais durante o cozimento.
  7. Repense o consumo de alimentos gordurosos, como carnes com gordura aparente, embutidos, queijos amarelos, frituras e salgadinhos. Esses alimentos não devem ser ingeridos mais do que uma vez por semana - e olhe lá! A ideia é sempre buscar substituir esses alimentos por versões mais saudáveis, ou mesmo eliminá-los por meio de uma reeducação alimentar.
  8. Fuja de alimentos processados e industrializados, tais como refrigerante, suco de caixinha, bolos e biscoitos doces e recheados. Consuma no máximo uma porção do grupo dos açúcares e doces por dia. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal, como hambúrguer, presunto, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.
  9. Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Se você não dispensa o sal, opte por alternativas mais saudáveis, como o sal do himalaia, de coloração rosada. Ao contrário do sal refinado, ele é rapidamente metabolizado e não aumenta a concentração de sódio e potássio no sangue e, por isso, não eleva a pressão arterial. Ou ainda, troque o sal por ervas e especiarias para adicionar sabor.
  10. Aproveite o calor e beba pelo menos dois litros de água por dia. Você pode adicionar uma fatia de limão, laranja ou melancia no seu copo de água, assim você ganha no sabor e perde no peso.

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